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Paciente com Covid-19 acusa enfermeiro de abuso sexual

Segundo relatou a mãe da vítima, a filha está internada na unidade de saúde bastante debilitada, respirando através de máscara de oxigênio.

Jornal do Sisal
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Uma paciente de 36 anos diz ter sido estuprada por um enfermeiro no Hospital Regional. Segunda ela, o abuso aconteceu na madrugada da última quinta-feira (4/1).

Segundo relatou a mãe da vítima, a filha está internada na unidade de saúde bastante debilitada, respirando através de máscara de oxigênio.

Na noite do abuso, a vítima teria passado mal, tendo vômito e falta de ar. Ela notou quando o profissional da saúde entrou no quarto onde estava e passou a mão em seu corpo. Em determinado momento, ele retornou ao leito com um óleo de girassol, passou nos dedos e começou a abusar da vítima.

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De acordo com o Campo Grande News, que tentou resistir pedindo para o homem parar e sair de cima dela, mas ele insistia pedindo ela ceder e “abrir as pernas”. Ainda segundo o relato, ele mandava a paciente não resistir se não poderia “dar problema para ele”.

A mãe da vítima, uma acadêmica de direito, de 56 anos, ficou sabendo do estupro pela manhã. Em estado de choque, ela insistiu para a filha contar o que aconteceu, foi quando ela contou o abuso.

Segundo a mãe o abuso foi relatado à chefia de enfermagem do hospital, que se comprometeu a dar todo o apoio a família.

“Eles disseram que iam dispor de uma psicóloga para minha filha e transferi-la de quarto, mas eu também fui à delegacia. Passei a manhã toda na Deam”, conta. O boletim de estupro de vulnerável foi registrado pela mãe, já que a filha não pode deixar o hospital, mas a vítima também encaminhou áudio à polícia em que detalha o abuso.

A mulher conta que o hospital afastou o funcionário, mas a unidade nega e informou que o caso foi encaminhado para a diretoria do hospital.

O caso já está sob investigação da Deam (Delegacia de Atendimento à Mulher).

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