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Os ataques de Bolsonaro à jornalistas não é de hoje

Sempre fazendo seu Twitter e suas saídas do Palácio da Alvorada o centro de ofensas aos profissionais.

Jornal do Sisal
Agência O Globo

Por Micael Levi

Hoje (18/02/2020) o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) insultou a jornalista Patrícia Campos Mello da Folha de S. Paulo. Mas não foi só hoje que o presidente faz ataques anormal (para quem está no posto mais alto do país).

Segundo o levantamento feito pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), o ano de 2019 foi o ano de ataques a jornalistas por parte do presidente da República. De acordo com o Fenaj, 121 dos 208 ataques contra veículos de comunicação e jornalistas compilados no Brasil, são do presidente.

Sempre fazendo seu Twitter e suas saídas do Palácio da Alvorada o centro de ofensas aos profissionais. O mais insensato de todos foi quando na bendita saída do Alvorada ele questionou a sexualidade de um repórter. “Você tem uma cara de homossexual terrível, mas nem por isso eu te acuso de ser homossexual.”

No mesmo dia, em outro momento, ele chegou a gritar e ofender outra repórter ao responder se ele tinha comprovante do alegado empréstimo feito a Queiroz. “Ô, rapaz, pergunta para a tua mãe o comprovante que ela deu pro teu pai, tá certo?”

Pode imaginar? Ser alvo de ataques pelo presidente da República, como escrito acima, o mais alto posto que o homem pode chegar? As associações que representam os profissionais já se manifestaram muito sobre os insultos e ameaças ao jornalismo.

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