Justiça

Ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, é preso em operação da PF que investiga tráfico de influência no MEC

O mandato de prisão do pastor cita que ele é suspeito de corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência.

camera_alt Cristiano Mariz/Agência O Globo

O ex-ministro da Educação no governo de Jair Bolsonaro (PL), teve o pedido de prisão preventiva decretado nesta quarta-feira (22/6), na operação Acesso Pago, da Polícia Federal, que investiga tráfico de influência de pastores e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), vinculado ao Ministério da Educação (MEC).

O mandato de prisão do pastor cita que ele é suspeito de corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência. Além dele, foram presos os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, apontados como lobistas que atuavam no MEC.

Ao todo, são cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e cinco prisões em Goiás, São Paulo, Pará e no Distrito Federal. As ordens judiciais foram emitidas pela 15ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal. A investigação corre sob sigilo.

O caso veio à tona em março após o vazamento de um áudio em que Ribeiro afirma privilegiar prefeitos que foram indicados pelos pastores. Na gravação, Ribeiro afirma que as prioridades dele são “atender primeiro os municípios que mais precisam” e “atender a todos os que são amigos do pastor Gilmar”. Com informações do R7.

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