PUBLICIDADE
Opinião

Podemos chamar Bolsonaro de genocida?

Micael Levi
camera_alt Allan Santos/PR

Constantemente vemos nas redes sociais o presidente Jair Bolsonaro sendo taxado de genocida por causa da sua gestão na pandemia de coronavírus. Analisando seu conceito, o nome não pode ser usado para o presidente mesmo com seus posicionamentos contrários dos especialistas, como ignorar o uso de máscara e provocar aglomerações.

Bolsonaro leva culpa de uma parcela no número de mortes relacionados a Covid-19 também por receitar medicamentos sem nenhuma comprovação de eficácia, assim como negacionistas e a falta de cuidado dos rebeldes que foram ideias sem nenhuma comprovação sobre a doença respiratória.

Primeiro temos que olhar para a definição de termo pelo dicionário: O crime de genocídio caracteriza-se pelo extermínio sistemático de um grupo étnico e da tentativa de destruição de sua cultura.

PUBLICIDADE

Acontecimentos e os envolvidos que a história define como genocídio:

Vendeia

Este pode ser considerado o primeiro genocídio. Motivo: a população apoiou o credo católico e a fé em Cristo e travou uma guerra com republicanos.

Resultado: pessoas foram mortas e esfoladas da cintura para baixo, sendo a sua pele curtida e usada para fazer calças para os soldados. 150 corpos de mulheres foram fervidos para obter 10 barris de graxa.

Holocausto

Todos os classificam o ato de insanidade de Adolf Hitler como genocídio por estar ligada ao seu significado. A partir de 1942, trens lotados de judeus, ciganos e outras etnias chegaram na Polônia.

Todos que estavam dentro do trem (pois não podemos chamar de passageiros) passaram por uma triagem, onde os mais fracos, doentes, mulheres e crianças foram levados para as câmaras de gás e os fornos crematórios.

Com tudo isso é preciso repensar se continua chamando o presidente de genocida. Será mesmo que ele persegue uma etnia a fim do extermínio?

  • Notícias sobre