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Política

Médico Marcelo Queiroga aceita convite de Bolsonaro para assumir Ministério da Saúde

A nomeação do ministro ainda não foi publicada em edição extra do DOU

Jornal do Sisal
camera_alt Sociedade Brasileira de Cardiologia

O nome do médico Marcelo Queiroga foi escolhido para assumir o lugar do general Eduardo Pazuello no comando do Ministério da Saúde. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou o novo comandante da pasta nesta segunda-feira (15/3).

A nomeação do novo ministro deve ser publicada no Diário Oficial da União (DOU) deve ser publicada nesta terça-feira (16/3).

Queiroga ficou cerca de 3 horas com o chefe do Executivo federal no Palácio do Planalto. Em seguida o presidente disse afirmou a apoiadores que já tinha conhecia do profissional e o classificou como “qualificado” para o cargo.

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Queiroga, 55 anos, é médico formado pela Universidade Federal da Paraíba, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e muito respeitado no setor. Ele já transitava em Brasília e foi indicado pelo presidente integrar a direção da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). A indicação estava parada no na Comissão de Assuntos Sociais do Senado por causa da pandemia.

Ele defende o tratamento precoce e o isolamento social, pontos que contrariam os bolsonaristas e se alinha a Ludhmila Hajjar em seus pensamentos contra a covid-19.

Hajjar, que chegou a se reunir com Bolsonaro, recusou o pedido para assumir o ministério por haver “divergências” com o presidente.

Com a nova mudança, Queiroga será o quarto a assumir o pasta no governo Bolsonaro, que iniciou com o também médico Luiz Henrique Mandetta, que permaneceu por um ano e quatro meses, saindo no início da pandemia de coronavírus.

Depois de Mandetta sair por apoiar medidas contrarias ao presidente, o oncologista Nelson Teich, que permaneceu por 28 dias. Ele permaneceu com o posicionamento de Mandetta, sendo contrário aos medicamentos sem eficácia contra a doença respiratória.

Logo depois, o general Eduardo Pazuello foi escolhido como ministro interino da pasta depois confirmado no cargo.