Região do Sisal

“Não sou ditador do Brasil”, diz Bolsonaro sobre medidas restritivas

O mandatário ainda se queixou se queixou das cobranças que vem recebendo da população. “Agora, cobram tudo de mim?”, disse.

Da Redação
camera_alt Rafaela Felicciano/Metrópoles

Durante a saída do Palácio da Alvorada o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi cobrado a um dos apoiadores a dar ao Rio de Janeiro e ao Brasil. Bolsonaro afirmou não ser “ditador do Brasil” para tomar mais medidas.

Que que é atenção? Tem o governador e tem o prefeito lá. Que que é atenção? Porque eu não quero sair daqui te enganando, só por isso que eu perguntei. Que que é atenção?”, respondeu o presidente após um apoiador pedir ao mandatário do país atenção ao Rio de Janeiro.

“Lá, o povo elegeu 70 deputados estaduais e 51 vereadores. Eu sou presidente da República. Estados e municípios têm outros que foram eleitos para tomar conta”, prosseguiu.

Em seguida, o apoiador afirmou que o presidente tem de dar atenção a todo o Brasil. “Não. Pessoal fica reclamando que acabou o emprego. Quem fechou o comércio não fui eu. Quem te obrigou a ficar em casa não fui eu. Eu faço a minha parte. Impressionante, com todo o respeito a você aqui: o pessoal em vez de dar força para mim, critica. Não sou ditador do Brasil, tá?”

O mandatário ainda se queixou se queixou das cobranças que vem recebendo da população. “Olha só, quando indicavam ministro para o Supremo ninguém falava nada, quando indicavam autoridade para tudo que é lugar, não falavam nada. Agora, cobram tudo de mim?”, reclamou.

O titular do Planalto ainda afirmou que pegou o Brasil em pior momento e está “arrumando a casa” aos poucos. “Eu peguei uma casa completamente desarrumada. Pessoal quer que eu arrume tudo na mesma hora. Tá arrumando”, continuou.