Região do Sisal

Região do Sisal chega a triste marca de 94 mortes por coronavírus

O vírus Sars-Cov-2 é o único assassino em série que não escolhe as vítimas.

Micael Levi
Reprodução

Meses atrás o coronavírus infectou um idoso em São Domingos deixando a primeira infecção na Região do Sisal. Lembramos que o pânico tomou adjacências e naquela época o vírus era pouco conhecido. Os casos na Bahia começaram a aumentar.

Logo após houve a primeira morte em Araci, aumentando ainda os cuidados para não se tornar vítima do invisível que mata e continua fazendo vítimas. O vírus Sars-Cov-2 é o único assassino em série que não escolhe gênero, idade, raça, posição financeira ou política. Brincar com isso é muito perigoso.

A Região do Sisal entrou em pânico e os preços aumentaram assim como as questões sociais: Como devo me tratar? Como será? Novo normal? Algumas dessas dúvidas perduram até hoje.

Na mais recente atualização do Painel Covid-19 sobre a situação de óbitos no território sisaleiro composto por vinte municípios, chegou a triste marca de 94 falecimentos provocados pela Covid-19, doença respiratória provocada pelo vírus.

O município de Serrinha emplacou Araci com 14 mortos, sendo, assim como Conceição do Coité, considerado o epicentro regional da doença. Os combates feitos pelos órgãos de Saúde tentam amenizar o surto. As cidades com mais mortes são Araci, Serrinha, Santaluz e Monte Santo.

É necessário tomar os devidos cuidados para não provocar mais mortes e até mesmo ser vítima da doença, esperando confiante no imunizante.

De acordo com o presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra, a expectativa é de que a vacinação em massa contra a covid-19 possa ocorrer a partir dos primeiros meses de 2021.

“Não gosto de previsões porque gera expectativa na população. A humanidade nunca passou pelo que está passando agora”, disse.